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O sistema de administração tributária estadual passa por uma modernização estrutural para elevar os padrões de segurança digital. O governo de Rondônia implantou, nesta segunda-feira (15), o novo modelo de acesso aos serviços da Sefin voltado para a proteção de dados fiscais.
A alteração atinge diretamente o Portal do Contribuinte e os sistemas integrados da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin). O objetivo da gestão rondoniense é unificar e auditar a identificação de empresas, produtores rurais e contabilistas.
Com a nova metodologia técnica em vigor, os antigos formatos de login baseados apenas em CPF e senha convencional foram descontinuados. A validação das credenciais passa a exigir obrigatoriamente a plataforma federal Gov.br ou o uso de Certificado Digital.
Outro procedimento eliminado foi a entrega física de Termos de Concessão de Acesso em papel. Esse mecanismo, antes utilizado para autorizar escritórios de contabilidade e terceiros, foi totalmente substituído por ferramentas virtuais de gestão.
A principal inovação para o monitoramento corporativo é a Procuração Eletrônica, que gerencia permissões sem necessidade de deslocamento ou reconhecimento de firma. O mecanismo eleva a rastreabilidade de todas as operações realizadas nos serviços da Sefin.
O secretário de Estado de Finanças, Franco Maegaki Ono, esclareceu que o foco é o alinhamento com as práticas de gestão digital. “Estamos implantando um modelo mais moderno. A nova sistemática oferece mais segurança aos contribuintes”, afirmou Franco Maegaki Ono.
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, explicou que a modernização acompanha o plano de desburocratização de sua administração. O chefe do Executivo ressaltou que a inovação tecnológica otimiza a rotina das empresas locais.
“A modernização dos sistemas acompanha a evolução dos serviços digitais oferecidos pelo estado. Ela contribui para ampliar a segurança das informações, reduzir burocracias e facilitar o atendimento aos cidadãos”, avaliou o governador Marcos Rocha.
Para assegurar a continuidade das operações econômicas, a equipe fazendária determinou um cronograma de transição de 90 dias. Os termos físicos vigentes foram migrados para o novo banco de dados e seguem válidos neste intervalo de adaptação.
A pasta tributária garantiu que não ocorrerá interrupção abrupta nas emissões e consultas do portal. Eventuais inconsistências cadastrais ou de representação jurídica devem ser regularizadas via Agência Virtual da Sefin.
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