Espaço para comunicar erros nesta postagem
A realização de uma apresentação de propostas dos pré-candidatos ao Governo de Rondônia, prevista para ocorrer nos próximos dias no auditório da OAB/RO, em Cacoal, durante a 3ª Marcha dos Vereadores de Rondônia promovida pela ABRACAM em parceria com a Subseção da OAB de Cacoal, tornou-se alvo de duras críticas do pré-candidato Samuel Costa (PSB).
O motivo da controvérsia é a adoção da pesquisa do Instituto Veritá, registrada sob o número RO-02673/2026, como referência para definir quais pré-candidatos terão espaço de 30 minutos para apresentar suas propostas aos vereadores e lideranças políticas presentes no evento. O levantamento teve sua divulgação suspensa por decisão liminar da Justiça Eleitoral de Rondônia após a constatação de inconsistências nos documentos apresentados pelo instituto.
Assista o vídeo: https://www.instagram.com/reel/DZQVh45ts7v/?igsh=MWpmN2g4YnBtbjIwNA==
Para Samuel Costa, a decisão do presidente da Subseção de Cacoal da OAB/RO, Miguel Barros, representa um ato arbitrário, sem critérios objetivos e incompatível com os princípios democráticos que devem nortear uma instituição da relevância da Ordem dos Advogados do Brasil.
“A democracia não pode servir a interesses políticos. A OAB deve ser a casa da cidadania e da pluralidade de ideias, não um instrumento para favorecer determinados projetos de poder. Miguel Barros precisa explicar por que escolheu justamente uma pesquisa suspensa pela própria Justiça Eleitoral para definir quem pode ou não apresentar propostas à sociedade”, afirmou.
Samuel Costa também anunciou que seu corpo jurídico adotará medidas junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia para combater o que classificou como abusos, atos autoritários e ausência de critérios transparentes na organização do evento.
“Nosso corpo jurídico acionará o TRE-RO para impedir que abusos, atos autoritários e decisões sem critérios objetivos comprometam a igualdade de condições entre os pré-candidatos. Não aceitaremos que regras sejam criadas de forma unilateral para restringir a participação política e limitar o debate democrático”, declarou.
O pré-candidato foi ainda mais incisivo ao criticar a utilização de uma pesquisa cuja divulgação foi suspensa pela própria Justiça Eleitoral.
“Usar como parâmetro uma pesquisa suspensa pela Justiça é subestimar a inteligência dos rondonienses e apostar na ignorância da população. Quem acredita que poderá manipular o debate público por meio de critérios questionáveis está cometendo um grave erro. Rondônia não aceitará atalhos antidemocráticos.”
Samuel Costa também afirmou que a tentativa de selecionar participantes por meio de um levantamento sob contestação judicial representa uma afronta aos princípios da impessoalidade e da transparência.
“No tapetão não vão ganhar. O povo de Rondônia quer conhecer propostas, comparar ideias e decidir livremente quem tem as melhores condições de governar o Estado. Qualquer tentativa de restringir esse direito por meio de critérios arbitrários apenas enfraquece a democracia e gera desconfiança perante a sociedade”, concluiu.
Samuel Costa também criticou a condução do processo pelo presidente da Subseção de Cacoal da OAB/RO, Miguel Barros, classificando sua atuação como incompatível com os cuidados que se espera de uma instituição responsável por promover o debate democrático. Segundo o pré-candidato, não houve qualquer reunião prévia com os pré-candidatos, partidos políticos ou representantes das legendas para discutir e deliberar coletivamente sobre os critérios de participação no evento. Para Samuel, a ausência de diálogo, transparência e construção consensual das regras reforça a percepção de que a decisão foi tomada de forma unilateral e sem a devida cautela institucional.
“Uma entidade da importância da OAB não pode estabelecer regras que impactam diretamente o processo democrático sem ouvir os interessados e sem apresentar critérios claros, públicos e previamente debatidos. Quando decisões dessa natureza são tomadas sem transparência, surgem questionamentos legítimos sobre sua razoabilidade e imparcialidade. A OAB não pode correr o risco de ser percebida como instrumento de interesses políticos ou eleitorais de determinados grupos. A advocacia e a sociedade rondonienses esperam independência, equilíbrio e compromisso com a democracia, e não a reprodução de práticas típicas da velha política, marcada por acordos de bastidores, interesses particulares e disputas por espaços de poder”, afirmou Samuel Costa.
Nossas notícias
no celular
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se