Espaço para comunicar erros nesta postagem
O Chelsea venceu o Manchester United por 2 a 0, neste sábado, em um difícil confronto pela Premier League e afundou ainda mais o rival em crise. Morgan Rogers e Cole Palmer marcaram os gols da vitória dos Blues. Essa foi a primeira titularidade de Estêvão na Premier League nesta temporada, e o brasileiro teve atuação convincente, tendo dois gols anulados.
Os Blues, sem João Pedro, queriam vencer para encerrar o período de oscilação e superar a eliminação para o Liverpool na Copa da Liga. Já nos Red Devils, que estão na 16ª posição, o pressionado técnico Michael Carrick decidiu voltar com Lisandro Martínez e Bruno Fernandes ao time titular após os dois fazerem cobranças públicas sobre o momento da equipe.
.nsnbn{max-width:800px;width:100%;display:flex;align-items:center;gap:18px;padding:16px 18px;border:2px solid #fff;border-radius:16px;text-decoration:none;font-family:Arial,sans-serif;overflow:hidden;box-shadow:0 6px 18px rgba(0,0,0,.12);transition:all .2s ease;margin:16px auto;box-sizing:border-box} .nsnbn:hover{transform:translateY(-2px);box-shadow:0 10px 24px rgba(0,0,0,.18)} .nsnbn-image{flex-shrink:0;width:170px;height:95px;border-radius:12px;overflow:hidden;border:2px solid rgba(255,255,255,.35)} .nsnbn-image img{width:100% !important;height:100% !important;object-fit:cover;display:block;max-width:none !important} .nsnbn-content{flex:1;color:#fff;min-width:0} .nsnbn-badge{display:inline-block;background:#fff;font-size:11px;font-weight:700;text-transform:uppercase;letter-spacing:.3px;padding:5px 9px;border-radius:999px;margin-bottom:8px} .nsnbn-content h3{margin:0 0 6px !important;font-size:23px !important;line-height:1.1 !important;font-weight:800 !important;color:#fff !important} .nsnbn-content p{margin:0 !important;color:rgba(255,255,255,.92) !important;font-size:14px !important;line-height:1.4 !important} .nsnbn-button{flex-shrink:0;background:#fff;font-size:14px;font-weight:700;padding:11px 16px;border-radius:9px;white-space:nowrap;transition:all .2s ease} .nsnbn:hover .nsnbn-button{background:#f3f3f3} @media (max-width:700px){.nsnbn{flex-direction:column;align-items:flex-start}.nsnbn-image{width:100%;height:180px}.nsnbn-content h3{font-size:20px !important}.nsnbn-button{margin-top:10px}}‘Não é questão de atitude’: Xabi Alonso explica problema com Estêvão no Chelsea
Estêvão, enfim, titular no Chelsea na Premier League
O técnico Xabi Alonso passou a semana sendo cobrado pela imprensa devido à falta de minutos de Estêvão. Eram apenas oito jogos do ponta até aqui, sendo seis pela Premier League e e só 47 minutos em campo.
Já na Copa da Liga Inglesa, foi titular duas vezes e somou 125 minutos. Muito pouco para um jogador que já havia se destacado na temporada passada. Uma análise da Trivela já havia defendido mais oportunidades ao brasileiro e questionado as decisões do treinador espanhol.
Aberto na ala direita, ele apresenta um perfil diferente de Pedro Neto. É um jogador mais insinuante, que parte mais para o meio e oferece o drible como grande arma. Estêvão prefere atuar mais por dentro, como meia-atacante, com liberdade para receber entre as linhas, em vez de ser utilizado como ala, mas hoje é a única janela que Alonso oferece no time.
O treinador espanhol pediu calma antes da partida e defendeu que Estêvão receberia chances no devido momento. Anteriormente, em diferentes momentos, Alonso citou a intensidade e a exigência física como fatores que atrapalhariam o brasileiro na busca por mais minutos. A atuação deste sábado foi um recado claro de que esses não são obstáculos reais para o ponta receber mais oportunidades.
Os primeiros toques na bola do atacante da Seleção, sem muito ritmo de jogo, não foram bons. No primeiro, se enrolou sozinho e perdeu a posse. No segundo, foi desamardo com facilidade. E aí veio o terceiro e tudo mudou. Ele apareceu no meio, onde prefere jogar, e deu boa sequência ao ataque. A partir daí, as coisas fluíram.
Deu bons passes, se mostrou o tempo todo confiante e foi peça interessante do Chelsea no primeiro tempo. O que vale corrigir foi um lance em que não tomou a melhor decisão no primeiro tempo: puxou um belo contra-ataque pela direita, entrou na área e a melhor jogada seria passar para Morgan Rogers, livre, mas o ex-Palmeiras optou por um chute fraco, de direita, no meio do gol.
São erros “corrigíveis” para um garoto de 19 anos que já mostrou que pode jogar em alto nível. Outros destaques do ataque do Chelsea também já erraram esse tipo de jogadas e tiveram atuações ruins.
Estêvão não merece uma titularidade automática simplesmente por ser talentoso, mas uma minutagem minimamente correspondente a isso. Oportunidades reais para que possa mostrar todo o seu futebol.
No segundo tempo, vinha tendo uma atuação discreta, mas, aos 28, em rápido contra-ataque do Chelsea, recebeu bom passe de Cole Palmer, entrou na área e chutou com força, de perna direita, para fazer o seu gol. O que seria uma atuação dos sonhos foi frustrada depois que o VAR anulou por impedimento do brasileiro na jogada. No fim, ainda arriscou chute de fora da área que Senne Lammens fez grande defesa.
O saldo de Estêvão na partida foi bem positivo. Criou, se movimentou, participou, arriscou. O brasileiro precisa estar jogando regularmente e lutar pelo seu espaço. Ficar no banco de reservas na maior parte do tempo, sem chance real de mostrar seu futebol, é um erro.
Como foi o jogo entre Chelsea x Manchester United?
O confronto entre Chelsea e Manchester United reservou um primeiro tempo animado, aberto e com boas chances para os dois lados. Blues e Red Devils trocaram o domínio da partida ao longo da primeira etapa, e até dois gols — Estêvão e Matheus Cunha — foram anulados por impedimento, mas os visitantes tiveram as oportunidades mais claras.
No início do segundo tempo, enfim veio o gol para abrir o placar. Morgan Rogers fez linda jogada individual, passou como quis pelo frágil sistema defensivo do United e marcou um belo gol, de cavadinha. Após o intervalo, o jogo era dos donos da casa e ficou ainda mais com a tola expulsão de Lisandro Martínez aos 18 minutos. O argentino cometeu pênalti ao empurrar Fofana em disputa pelo alto. Cole Palmer bateu e ampliou o placar.
Com o 2 a 0 no placar, o Chelsea administrou suas chances e não teve perigos. Com a derrota, a crise no Manchester United só aumenta e a demissão de Michael Carrick
Nossas notícias
no celular
Comentários
Para comentar realize o login em sua conta!
Login Cadastre-se